RITUAL CISTERCIENSE
Conforme os Estatutos dos Capítulos Gerais
da O. Cist. e da O.C.S.O., e os
Decretos gerais e particulares da
Sagrada Congregação para o Culto Divino
e Disciplina dos Sacramentos,
emanados depois do Concílio Vaticano II
Prot. /1910/04L pela tradução portuguesa
2004

APRESENTAÇÃO
Os Fundadores de Cister, fiéis à Regra, buscaram com grande esforço, segundo os preceitos do Santo Pai, Abade Bento, a autenticidade na liturgia. Além dessa primeira determinação, os primeiros Abades da Ordem, reunidos em Capítulo Cisterciense, determinaram, como se lê na Carta da Caridade, que em todas as partes se possuíssem os mesmos livros necessários para o ofício divino e para a Missa. Essa liturgia, desenvolvida progressivamente no século XII, permaneceu quase sem mudança alguma até o Concílio de Trento.
Depois disso, a reforma dos livros litúrgicos da Igreja Romana não tinha a intenção de ser obrigatória para os ritos das Igrejas que tiveram ao menos uma vigência superior a dois séculos. Sem dúvida, essa reforma satisfazia aos desejos dos homens daquele tempo. Como conseqüência disso, ocorreu que, no século XVII, sendo abade de Cister Cláudio Vaussin, vieram à luz novos livros para uso da Ordem, especialmente o Ritual Cisterciense, que permaneceu como a norma e o autêntico cerimonial do rito cisterciense até o Concílio Vaticano II.
Depois da Constituição Sacrosanctum Concilium, promulgada por esse Concílio, dia a dia tornava-se mais evidente que a liturgia não era algo exclusivo dos clérigos, mas que era algo próprio de todos os batizados; não algo exclusivo dos monges e monjas, mas próprio também dos fiéis que freqüentam nossos mosteiros. Assim como depois do Concílio Tridentino, também agora ocorreu que os novos livros da liturgia romana, propondo o Ordinário da Missa e o eucológio mais ricos, e alguns Lecionários variados e mais abundantes, assim como a Liturgia das Horas e os ritos sacramentais, atendiam aos anseios dos monges e monjas.
Essa foi a causa pela qual as duas Ordens da Família Cisterciense (canonicamente distintas desde o ano de 1892), que antes trabalhavam conjuntamente nas matérias litúrgicas comuns, uniram novamente os próprios esforços sob a autoridade de seus Capítulos Gerais. E assim, com o correr dos anos, conseguiram da Sé Apostólica, especialmente um Calendário próprio (nos anos de 1972 e 1973) e também uma Instituição Geral da Liturgia das Horas, no ano de 1974. Finalmente, o desejo comum das duas Ordens, manifestado pelos dois Capítulos Gerais, conseguiu que no dia 19 de outubro de 1995 a Sé Apostólica nos concedesse as Variações no Ritual da Unção dos Enfermos, os Rituais de Recepção dos Irmãos e das Irmãs, e o Ritual de Exéquias.
Agora, depois de trinta anos de progressiva renovação litúrgica, pareceu-nos oportuno publicar em um só livro todos esses documentos, para que todas e cada uma das comunidades tenham à mão tudo o que para elas foi estabelecido pela autoridade competente. Assim, pois, neste livro, que tem o título de Próprio Cisterciense, além daquilo que para nós foi aprovado pela Sé Apostólica, encontram-se outras coisas promulgadas pelos respectivos Capítulos Gerais, como são os Sufrágios pelos Defuntos depois do Ritual de Exéquias e também o Rito para a eleição e confirmação do abade e da abadessa, assim como costumes particulares na bênção abacial, para que, dessa forma, apareça uma diversidade legítima, e nessa diversidade, a unidade fundamental da Família Cisterciense.
Ao cumprir-se neste ano o nono centenário da fundação do Novo Mosteiro Cisterciense, é uma alegria para nós e para todos os filhos dessa Igreja apresentar esta obra, como fruto de uma estreita colaboração entre as comissões e os especialistas em Sagrada Liturgia.
F. Bernardo Oliveira F. Mauro Esteva
Abade Geral da O.C.S.O. Abade Geral da O. Cist.
AO LEITOR
Neste opúsculo, os documentos aparecem por ordem histórica: o que foi aprovado primeiro, confirmado ou instituído, também aparece antes.
Tanto no Ritual da recepção dos Irmãos e das Irmãs como no Ritual de Exéquias, algumas vezes a matéria é comum, enquanto outras vezes é própria. Na parte inferior das páginas, aparece um tríplice aparato de notas: o que é comum está indicado por números; nos outros dois casos, seja para os monges, seja para as monjas, está indicado por letras.
PRIMEIRA PARTE
O CALENDÁRIO
O CALENDÁRIO GERAL
Prot. 2325/71, do dia 21 de novembro de 1971: O. Cist.
Prot. 855/72, do dia 31 de julho de 1972: O.C.S.O.
Prot. 667/73, do dia 11 de julho de 1973: O. Cist.
Prot. 1074/82, do dia 27 de outubro de 1982: O. Cist.
Prot. 203/83, do dia 05 de fevereiro de 1983: O. Cist.
Prot. 330/83, do dia 05 de março de 1983: O. Cist.
Prot. 1403/92, do dia 11 de setembro de 1992: O.C.S.O.
* Quando não se indica o grau da celebração, faz-se memória ad libitum.
** Segundo as normas universais do ano litúrgico e do calendário, no 54, não há impedimento algum em que, em determinados lugares, algumas celebrações se realizem de modo mais solene que em toda a Diocese ou na família religiosa. Assim, por exemplo, entre as monjas da Ordem Cisterciense, Santa Inês, Santa Escolástica e Santa Gertrudes se celebram como festa.
JANEIRO
1 Oitava de Natal
SOLENIDADE DE SANTA MARIA, MÃE DE DEUS Solenidade
2 Ss. Basílio Magno e Gregório Nazianzeno,
bispos e doutores da Igreja Memória
3 Ss.mo Nome de Jesus
4
5
6 EPIFANIA DO SENHOR Solenidade
7 S. Raimundo de Penyafort, presbítero*
8
9
10 S. Gregório de Nissa, bispo
S. Guilherme de Bourges, bispo de Nossa Ordem
11
12 Sto. Elredo, abade de N.O. Memória
13 Sto. Hilário, bispo e doutor da Igreja
14
15 Ss. Mauro e Plácido, discípulos de N.P.S. Bento Memória
16
17 Sto. Antão, abade Memória
18
19
20 S. Fabiano, papa e mártir
S. Sebastião, mártir
B. Cipriano-Miguel Tansi, monge de O.C.S.O., prebítero
21 Sta. Inês, virgem e mártir** Memória
22 S. Vicente, diácono e mártir
23
24 S. Francisco de Sales, bispo e doutor da Igreja Memória
25 CONVERSÃO DE SÃO PAULO, APÓSTOLO Festa
26 SANTOS ABADES ROBERTO, ALBERICO E ESTÊVÃO,
ABADES DE CISTER Solenidade
Na O.C.S.O. Solenidade ou Festa
27 Ss. Timóteo e Tito, bispos
Sta. Ângela de Mérici, virgem
28 S. Tomás de Aquino, presbítero e doutor da Igreja Memória
29
30
31 S. João Bosco, presbítero Memória
Domingo depois do dia 06 de janeiro:
BATISMO DO SENHOR Festa
FEVEREIRO
1 Na O. Cist.: S. Raimundo, Abade de N.O.
2 APRESENTAÇÃO DO SENHOR Festa
Na O. Cist.: Solenidade ou Festa
3 Sto. Oscar, bispo
S. Brás, bispo e mártir
4
5 Sta. Águeda, virgem e mártir Memória
6 Ss. Paulo Miki e companheiros mártires Memória
7
8 S. Jerônimo Emiliano
Sta. Josefina Bakhita, virgem
9
10 Sta. Escolástica, virgem** Memória
11 Nossa Senhora de Lourdes
S. Bento de Aniano, abade
12 B. Humbelina, monja
13
14 Ss. Cirilo, monge, e Metódio, bispo Memória
15
16 Na O. Cist.: S. Pedro de Castelnau, monge de N.O. e mártir
17 Ss. Fundadores da Ordem dos Servos da B. Virgem Maria
18
19
20
21 S. Pedro Damiani, bispo e doutor da Igreja Memória
22 CÁTEDRA DO APÓSTOLO S. PEDRO Festa
23 S. Policarpo, bispo e mártir Memória
24
25
26
27
28
MARÇO
1
2
3
4 S. Casimiro
5
6
7 Stas. Perpétua e Felicidade, mártires Memória
8 S. João de Deus, religioso
S. Estevão de Obazina, abade de N.O.
9 Sta. Francisca Romana, religiosa
10
11
12
13
14
15
16
17 S. Patrício, bispo
18 S. Cirilo de Jerusalém, bispo e doutor da Igreja
19 S. JOSÉ, ESPOSO DA VIRGEM MARIA Solenidade
20
21 TRÂNSITO DE N.P.S. BENTO, ABADE Festa
Na O.C.S.O.: Memória
22
23 S. Turíbio de Mogrovejo, bispo
24
25 ANUNCIAÇÃO DO SENHOR Solenidade
26
27
28
29
30
31
ABRIL
1
2 S. Francisco de Paula, eremita
3
4 S. Isidoro, bispo e doutor da Igreja
5 S. Vicente Ferrer, presbítero
6
7 S. João Batista de la Salle, presbítero Memória
8
9
10
11 S. Estanislau, bispo e mártir Memória
12
13 S. Martinho I, papa e mártir
14
15
16
17
18
19
20
21 S. Anselmo, bispo e doutor da Igreja Memória
22 B. Maria Gabriela, monja de O.C.S.O.
23 S. Adalberto, bispo e mártir
S. Jorge, mártir
24 S. Fidélis de Sigmaringa, presbítero e mártir
Na O. Cist.: S. Franca, monja de N.O.
25 S. MARCOS EVANGELISTA Festa
26 B. Rafael, oblato de O.C.S.O.
27
28 S. Pedro Chanel, presbítero e mártir
S. Luís Maria Grignion de Montfort, presbítero
29 S. Catarina de Sena, virgem e doutora da Igreja Memória
30 S. Pio V, papa
MAIO
1 S. José Operário
2 S. Atanásio, bispo e doutor da Igreja Memória
3 Ss. FELIPE E TIAGO, APÓSTOLOS Festa
4
5
6
7
8
9
10
11 Ss. Odão, Maiolo, Odilom, Hugo e B. Pedro o Venerável,
abades cluniacenses Memória
12 Ss. Nereu e Aquiles, mártires
S. Pancrácio, mártir
13 Nossa Senhora de Fátima
14 S. MATEUS, APÓSTOLO Festa
15 S. Pacômio, abade Memória
16
17
18 S. João I, papa e mártir
19
20 S. Bernardino de Sena, presbítero
21 Ss. Cristóvão de Magalhães, presbítero,
e seus companheiros, mártires
22 Sta. Rita de Cássia, religiosa
23
24
25 S. Beda o Venerável, presbítero e doutor da Igreja Memória
26 S. Gregório VII, papa
Sta. Maria Madalena de Pazzi, virgem
S. Filipe Néri, presbítero
27 Sto. Agostinho de Cantuária, bispo
Na O.C.S.O.: Memória
28
29
30
31 VISITAÇÃO DE NOSSA SENHORA Festa
Na O. Cist.: Solenidade ou Festa
1o Domingo depois de Pentecostes:
SANTÍSSIMA TRINDADE Solenidade
Quinta-feira depois da Santíssima Trindade:
SANTÍSSIMO CORPO E SANGUE DE CRISTO Solenidade
JUNHO
1 S. Justino, mártir Memória
2 Ss. Marcelino e Pedro, mártires
3 Ss. Carlos Lwanga e companheiros, mártires Memória
4
5 S. Bonifácio, bispo e mártir Memória
6 S. Norberto, bispo
7
8
9 S. Efrén, diácono e doutor da Igreja
10
11 S. Barnabé, apóstolo Memória
12 Sta. Aleida, monja de N.O.
13 Sto. Antônio de Pádua, presbítero e doutor da Igreja Memória
14 B. Gerardo, monge de N.O.
15
16 Sta. Lutgarda, monja de N.O. Memória
17
18
19 S. Romualdo, abade
20
21 S. Luís Gonzaga, religioso Memória
22 S. Paulino de Nola, bispo
Ss. João Fisher, bispo e Tomás More, mártires
23
24 NATIVIDADE DE S. JOÃO BATISTA Solenidade
25
26
27 S. Cirilo de Alexandria, bispo e doutor da Igreja
28 S. Irineu, bispo e mártir Memória
29 Ss. PEDRO E PAULO, APÓSTOLOS Solenidade
30 Ss. Protomártires da Igreja Romana
Sexta-feira depois do 2o Domingo depois de Pentecostes:
SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS Solenidade
Sábado depois do 2o Domingo depois de Pentecostes:
Imaculado Coração da Virgem Maria Memória
JULHO
1
2
3 S. TOMÉ, APÓSTOLO Festa
4 Sta. Isabel de Portugal
5 S. Antonio Maria Zaccaría, presbítero
6 Sta. Maria Goretti, virgem e mártir
7
8 B. Eugênio III, papa N.O. Memória
9 Ss. Agostinho Zhao Bong, presbítero,
e seus companheiros, mártires
10
11 NOSSO PAI SÃO BENTO, ABADE Solenidade
12 S. João Gualberto, abade
13 Sto. Henrique
14 S. Camilo de Lellis, presbítero
15 S. Boaventura, bispo e doutor da Igreja Memória
16 Nossa Senhora do Carmo
B. Virgens de Orange (entre essas Beatas encontram-se
as Irmãs de Justamont, monjas de N.O.)
17
18
19
20 S. Apolinário, bispo e mártir
21 S. Lourenço de Bríndisi, presbítero e doutor da Igreja
22 Sta. Maria Madalena Memória
23 Sta. Brígida, religiosa
24 S. Sabélio Makhl
ūf, presbítero25 SÃO TIAGO, APÓSTOLO Festa
26 São Joaquim e Sant’Ana, pais de Nossa Senhora Memória
27
28
29 Ss. Marta, Maria e Lázaro, hospedeiros do Senhor Memória
30 S. Pedro Crisólogo, bispo e doutor da Igreja
31 S. Inácio de Loyola, presbítero Memória
AGOSTO
1 S. Afonso Maria de Ligório, bispo e doutor da Igreja Memória
2 Sto. Eusébio de Vercelli, bispo
S. Pedro Julião Eymard, presbítero
3
4 S. João Maria Vianney, presbítero Memória
5 Dedicação da basílica de Sta. Maria Maior
6 TRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR Festa
7 Ss. Sixto II, papa, e seus companheiros mártires
S. Caetano, presbítero
8 Sto. Domingo, presbítero Memória
9 Sta. Teresa Benedita da Cruz, virgem e mártir
10 S. LOURENÇO, DIÁCONO E MÁRTIR Festa
11 Sta. Clara, virgem Memória
12 Sta. Joana Francisca de Chantal, religiosa
13 Ss. Pociano, papa, e Hipólito, presbítero, mártires
14 S. Maximiliano Maria Kolbe, presbítero e mártir Memória
15 ASSUNÇÃO DA VIRGEM MARIA Solenidade
16 S. Estevão da Hungria
17
18 B. João Batista de Souzy, presbítero, e companheiros, mártires
(entre estes Beatos encontram-se Gervásio Brunel e Pablo Charles,
presbíteros, e Elias Desgardin, monges de N.O.)
S. João Eudes, presbítero
19 B. Guerrico, abade de N.O. Memória
20 S. BERNARDO, ABADE DE N.O. E DOUTOR DA IGREJA
Solenidade
Na O.C.S.O.: Solenidade ou Festa
21 S. Pio X, papa Memória
22 Nossa Senhora, Rainha Memória
23 Sta. Rosa de Lima, virgem
24 S. BARTOLOMEU, APÓSTOLO Festa
25 S. Luís de França
S. José Calazans, presbítero
26
27 Sta. Mônica Memória
28 Sto. Agostinho, bispo e doutor da Igreja Memória
29 Martírio de S. João Batista Memória
30 Ss. Guarino e Amadeu, bispos de N.O.,
ou Sto. Amadeu, bispo de N.O.
31
SETEMBRO
1
2
3 S. Gregório Magno, papa e doutor da Igreja Memória
4
5
6
7
8 NATIVIDADE DE NOSSA SENHORA Festa
Na O. Cist.: Solenidade ou Festa
9 S. Pedro Claver, presbítero
10 B. Ogler, abade de N.O.
11
12 Santo Nome de Maria
S. Pedro de Tarentasia, bispo de N.O.
13 S. João Crisóstomo, bispo e doutor da Igreja Memória
14 EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ Festa
15 Nossa Senhora das Dores Memória
16 Ss. Cornélio, papa, e Cipriano, bispo, mártires Memória
17 S. Roberto Belarmino, bispo e doutor da Igreja
S. Martinho de Hinojosa, bispo
Na O. Cist.: Sta. Hildegarda, virgem
18 Na O. Cist.: COMEMORAÇÃO DOS IRMÃOS, PAIS,
FAMILIARES E BENFEITORES DE N.O. FALECIDOS
DURANTE O ANO.
19 S. Januário, bispo e mártir
20 Ss. Andrés Kim, presbítero, Pablo Chong e companheiros,
mártires Memória
21 S. MATEUS, APÓSTOLO E EVANGELISTA Festa
22
23
24
25
26 Ss. Cosme e Damião, mártires
27 S. Vicente de Paulo, presbítero Memória
28 S. Venceslau, mártir
Ss. Lourenço Ruiz e seus companheiros, mártires
29 S. MIGUEL E TODOS OS ANJOS Festa
30 S. Jerônimo, presbítero e doutor da Igreja Memória
OUTUBRO
1 Sta. Teresa do Menino Jesus, virgem e doutora da Igreja Memória
2 Stos. Anjos da Guarda Memória
Na O. Cist.: Memória
3
4 S. Francisco de Assis Memória
5
6 S. Bruno, presbítero e eremita Memória
7 Nossa Senhora do Rosário Memória
8
9 Ss. Dionísio, bispo, e seus companheiros, mártires
S. João Leonardi, presbítero
Na O. Cist.: B. Vicente Kadlubek, bispo de N.O.
10
11
12
13
14 S. Calixto I, papa e mártir
15 Sta. Teresa de Jesus, virgem e doutora da Igreja Memória
16 Sta. Edviges, religiosa de N.O.
Sta. Margarida Maria Alacoque, virgem
17 Sto. Inácio de Antioquia, bispo e mártir Memória
18 S. LUCAS, EVANGELISTA Festa
19 Ss. João de Brébeuf e Isaac Jogues, presbíteros,
e seus companheiros, mártires
S. Paulo da Cruz, presbítero
20
21
22
23 S. João de Capistrano, presbítero
24 Sto. Antônio Maria Claret, bispo
25 Na O. Cist.: S. Bernardo Calbó, bispo de N.O.
26
27
28 Ss. SIMÃO E JUDAS, APÓSTOLOS Festa
29
30
31
NOVEMBRO
1 TODOS OS SANTOS Solenidade
2 COMEMORAÇÃO DOS FIÉIS DEFUNTOS
3 S. Martinho de Porres, religioso
4 S. Carlos Borromeu, bispo Memória
5
6
7
8
9 DEDICAÇÃO DA BASÍLICA DE LATRÃO Festa
10 S. Leão Magno, papa e doutor da Igreja Memória
11 S. Martinho de Tours, bispo Festa
Na O.C.S.O.: Memória
12 S. Teodoro Studita, abade
S. Josafá, bispo e mártir
13 TODOS OS SANTOS QUE SERVIRAM A DEUS SEGUINDO
A REGRA DE N.P.S. BENTO Festa
14 Na O.Cist.: COMEMORAÇÃO DE TODOS OS DEFUNTOS
QUE SERVIRAM A DEUS SEGUINDO A REGRA DE
N.P.S. BENTO Festa
15 S. Alberto Magno, bispo e doutor da Igreja
16 Sta. Gertrudis, virgem e monja de N.O.** Memória
17 Sta. Margarida da Escócia
Sta. Isabel da Hungriam, religiosa
18 Dedicação das basílicas de S. Pedro e S. Paulo, apóstolos
19 Sta. Matilde, virgem e monja de N.O.
20
21 Apresentação de Nossa Senhora Memória
22 Sta. Cecília, virgem e mártir Memória
23 S. Clemente I, papa e mártir
S. Columbano, abade
24 Ss. André Dung-Lac, presbítero e seus companheiros,
mártires Memória
25 Sta. Catarina de Alexandria, virgem e mártir
26
27
28
29
30 S. ANDRÉ, APÓSTOLO
Último Domingo do Tempo Comum:
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO Solenidade
DEZEMBRO
1
2
3 S. Francisco Xavier, presbítero Memória
4 S. João Damasceno, presbítero e doutor da Igreja
5 S. Sabas, abade
6 S. Nicolau, bispo
7 S. Ambrósio, bispo e doutor da Igreja Memória
8 IMACULADA CONCEIÇÃO DE NOSSA SENHORA Solenidade
9 Sto. João Diogo Cuauhtlatoatzin
10
11 S. Damaso I, Papa
Na O. Cist.: B. Davi, monge de N.O.
12 NOSSA SENHORA DE GUADALUPE Festa
13 Sta. Luzia, virgem e mártir Memória
14 S. João da Cruz, presbítero e doutor da Igreja Memória
15
16
17
18
19
20
21 S. Pedro Canísio, presbítero e doutor da Igreja
22
23 S. João Cântico, presbítero
25 NATAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO Solenidade
26 S. ESTÊVÃO, PROTOMÁRTIR Festa
27 S. JOÃO, APÓSTOLO E EVANGELISTA Festa
28 Ss. INOCENTES, MÁRTIRES Festa
29 S. Tomás Becket, bispo e mártir
30
31 S. Silvestre I, papa
No Domingo dentro da oitava de Natal, ou, se não há, no dia 30 de
Dezembro:
A SAGRADA FAMÍLIA: JESUS, MARIA E JOSÉ Festa
ELENCO
DE OUTROS SANTOS CISTERCIENSES
QUE FIGURAM NO
MARTIROLÓGIO
FEVEREIRO
3 B. Helinando de Froidmont, monge de N.O.
9 S. Conrado Bávaro, monge de N.O., eremita
13 S. Adolfo de Osnabrück, bispo de N.O.
19 S. Bonifácio de Bruxelas, bispo
ABRIL
1 B. Hugo de Boneval, abade de N.O.
5 Sta. Juliana de Monte Cornélio, virgem
13 Sta. Ida de Lovaina, monja de N.O.
18 B. Idesbaldo, abade de N.O.
26 S. João de Valência, bispo de N.O.
JUNHO
7 S. Roberto do Novo Mosteiro, abade de N.O.
17 Stas. Sancha, Mafalda e Teresa, monjas de N.O.
JULHO
7 S. Teobaldo, abade de N.O.
9 B. Alberto de Sestri, converso de N.O., eremita
10 B. Beltrão de Grandselve, abade de N.O.
24 S. Balduíno, abade de N.O.
AGOSTO
9 S. Famiano, monge de N.O., peregrino
16 Sta. Beatriz da Silva, virgem
SETEMBRO
2 Beatos Bernardo, monge de N.O., Maria e Graça, mártires
7 B. Otão de Freising, bispode N.O.
28 B. João de Montmirail, monge de N.O.
OUTUBRO
3 S. Adalgoto, bispo de N.O.
8 S. Martinho Cid, abade de N.O.
13 S. Maurício, abade de N.O.
20 B. Gilberto de Cister, abade
NOVEMBRO
3 S. Malaquias, bispo
15 S. Leopoldo, marquês da Áustria
20 S. Edmundo de Cantuária, bispo
S. Hugo de Noaria, abade de N.O.
DEZEMBRO
5 S. Galgano, eremita
9 S. Gerardo, abade de N.O.
SEGUNDA PARTE
OFÍCIO DIVINO
OU
LITURGIA DAS HORAS
INSTRUÇÃO GERAL
SOBRE A LITURGIA DAS HORAS
PARA OS MOSTEIROS
DA ORDEM CISTERCIENSE
DA ESTRITA OBSERVÂNCIA
Prot. 1554/74, do dia 25 de junho de 1974
NORMAS GERAIS
1. Estas Normas Gerais, de nenhum modo pretendem oferecer um conjunto doutrinal sobre a Liturgia das Horas, nem mesmo sequer ressaltar sua importância na vida cristã; isso está amplamente desenvolvido na Regra de São Bento, nos documentos do Vaticano II e na Instrução Geral Sobre a Liturgia das Horas do rito romano (IGSLH).
Nossa finalidade aqui é assinalar especialmente aqueles pontos que requerem uma ulterior determinação, para que a Liturgia das Horas responda o melhor possível às circunstâncias concretas dos monges e monjas de nossa Ordem.
2. Ainda que as comunidades monásticas não sejam, em sentido próprio, "Igrejas particulares", nem se componham somente de clérigos, representam, sem dúvida, de um modo peculiar, a Igreja em oração; com efeito, oferecem de um modo mais perfeito a imagem da Igreja que louva a Deus sem interrupção com uma voz concorde, e cumprem o dever de cooperar, sobretudo, com a oração para a edificação e incremento de todo o Corpo Místico de Cristo e para o bem das Igrejas particulares.
3. A Igreja reconhece sua própria voz na Liturgia das Horas, organizada pelas comunidades monásticas, e vigia constantemente, mediante a autoridade hierárquica, para que essa mesma oração, uma vez que responde às exigências particulares de cada comunidade, conserve sempre a excelência de expressar o mistério cristão.
4. As disposições estabelecidas primeiramente pela Regra de S. Bento e posteriormente pelas normas eclesiásticas em relação com a Liturgia das Horas, dizem respeito à missão de celebrar essa Liturgia no coro, seja cantada ou recitada. Compete, sem dúvida, ao Abade a solicitude e a faculdade de determinar a maneira como cada um dos membros da comunidade venha a participar dela.
5. A Liturgia das Horas se organiza segundo as prescrições da Regra de S. Bento, que, durante séculos, alimentaram sempre a vida de oração dos monges e que ainda hoje podem estimulá-la. Não obstante, concede-se a faculdade de adaptar essas prescrições às circunstâncias de nossa época, que se apresentam e se percebem de maneira diversa nas distintas regiões.
6. Como a Liturgia das Horas tem por finalidade a santificação do dia e de toda a atividade humana, a comunidade monástica pretende alcançar essa finalidade mediante a celebração daquelas horas que nos legou a tradição dos Pais.
A Hora Prima pode ser supressa.
Ainda que se possa rezar as horas menores fora do coro, celebrem-se, não obstante, sempre em comum. Mas, onde especiais circunstâncias tornarem difícil o cumprimento dessa prescrição, o Abade Geral, com o consentimento de seu Conselho Permanente pode permitir que se suprimam uma ou duas Horas Menores.
Se alguma hora do ofício se une com outra hora, ou com a Missa, observem-se as normas que são prescritas na IGSLH do rito romano, nos 93-99.
7. A Liturgia das Horas se estruturará de forma que cada hora conste sempre de hino, salmodia, leitura breve ou mais prolongada da Sagrada Escritura e preces. Quanto ao modo de salmodiar, observe-se o prescrito na IGSLH, nos 121-125. O canto gregoriano, como próprio da Liturgia Romana, ocupa o primeiro lugar em igualdade de circunstâncias. Se a Liturgia das Horas é celebrada em língua vernácula, os elementos tradicionais e, em especial o canto, podem adaptar-se à peculiaridade da língua e à índole de cada comunidade.
8. Segundo a venerável tradição de toda a Igreja, as Laudes, como oração matutina, e as Vésperas, como oração vespertina, são o duplo eixo sobre o qual gira o ofício de cada dia; por isso devem ser consideradas as horas principais e como tal ser celebradas; o quanto seja possível, celebrem-nas cantadas.
As Vigílias, por sua vez, mantém o seu caráter próprio de louvor noturno, que precede a aurora.
9. Segundo a oportunidade e a discrição, pode-se deixar um tempo de silêncio logo após cada salmo, segundo o costume tradicional, sobretudo se depois do silêncio se acrescenta uma oração sálmica, ou logo após das leituras, tanto breve como longas.
10. A distribuição dos salmos pode ser: ou seguindo a ordem estabelecida na Regra de São Bento; ou seguindo algum dos esquemas propostos mais adiante, acrescentando adaptações segundo a oportunidade e a condição dos lugares; ou segundo outro esquema, com a condição de que todos os salmos sejam recitados dentro de duas semanas.
11. Se se crê oportuno, observe-se o curso bienal de leituras bíblicas estabelecido para a Liturgia das Horas segundo o rito romano (cf. IGSLH, nos 145-146).
12. Está em preparação um suplemento para uso dos mosteiros, que contém leituras dos Santos Pais e Escritores eclesiásticos, distintos do rito romano. Para o restante, o Abade, com o consentimento da comunidade, pode eleger outros textos, seguindo as normas emanadas para tal caso pela Santa Sé.
ORDEM A SEGUIR NA
LITURGIA DAS HORAS DE CADA DIA
VIGÍLIAS
a. Introdução à Hora:
V/ Abri os meus lábios, ó Senhor.
R/ E minha boca anunciará vosso louvor. Glória ao Pai.
Invitatório: Salmo 94 ou outro, segundo os diferentes esquemas, com sua antífona que se repete depois de cada estrofe.
b. Hino correspondente
c. Salmodia
d. Versículo de transição com R/
e. Leitura da Sagrada Escritura com seu responsório, intercalando um tempo em silêncio antes ou depois do responsório, se se crê oportuno
f. Salmodia
g. Versículo com Resposta
h. Leitura dos Padres e Escritores eclesiásticos, com seu responsório, como acima em "e"
i. Nos Domingos, solenidades e festas, acrescentam-se os elementos seguintes, segundo algum dos esquemas descritos na continuação; sem dúvida esta estrutura pode ser feita de forma mais simples nos dias em que há trabalho
Ou assim:
Um ou três cânticos com sua antífona correspondente;
Versículo de transição;
Homilia tomada do Lecionário Monástico ou feita pelo abade;
Responsório;
Hino Te Deum (cuja última parte pode omitir-se oportunamente);
Evangelho, que pode ser da Ressurreição, do Domingo (também de outro Ciclo), da Solenidade, ou da Festa;
Te decet Laus.
Ou assim:
·
Um ou três cânticos com sua correspondente antífona;·
Hino Te Deum;·
Evangelho, como se indica acima, e R/ Amém;·
Te decet Laus;·
Homilia tomada do Lecionário Monástico ou feita pelo abade;·
Responsório.Ou assim:
Um ou três cânticos com sua correspondente antífona;
Evangelho, como se indica acima, e R/ Amém;
Se se crê oportuno, leitura patrística ou homilia do abade
Hino Te Deum
O Hino Te Deum não se diz nos Domingos da Quaresma.
j. Nas memórias e férias: Kyrie, eleison... (Senhor, tende piedade...) ou uma breve litania, a saber, pelos Irmãos ausentes, pelos defuntos e outros
k. Oremos, (silêncio), oração conclusiva
l. Bendigamos ao Senhor e R/ Demos Graças a Deus.
LAUDES E VÉSPERAS
a. Introdução à Hora:
V/ Vinde, ó Deus, em meu auxílio.
R/ Socorrei-me, sem demora. Glória ao Pai.
b. Hino correspondente
c. Salmodia
d. Leitura da Sagrada Escritura, breve ou mais longa, com seu responsório breve
e. Cântico Evangélico, com sua antífona
f. Conclusão do Ofício:
Preces conclusivas semelhantes às que se encontram na Liturgia das Horas do rito romano;
Pai Nosso, recitado por todos, precedido de uma breve munição;
Oração Conclusiva (sem Oremos) ou do dia, ou da Hora, ou do santo, segundo as rubricas;
Bênção.
HORAS MENORES
a. Introdução à Hora, como em Laudes
b. Hino próprio da Hora
c. Salmodia
d. Leitura breve da Sagrada Escritura
e. Versículo e sua resposta
f. Conclusão do Ofício:
Kyrie, eleison... (Senhor, tende piedade...), ou uma breve litania; a saber, pelos Irmãos ausentes, pelos defuntos e outros;
Oremos, (silêncio), oração conclusiva;
Bendigamos ao Senhor e R/ Graças a Deus.
COMPLETAS
a. Introdução à Hora, como em Laudes
b. Se se crê oportuno, faz-se o exame de consciência em silêncio, ou com as fórmulas do Missal para o ato penitencial
c. Hino correspondente
d. Salmodia
e. Leitura breve da Sagrada Escritura
f. Versículo Guardai-nos, Senhor... e sua Resposta Protegei-nos como a Pupila..., ou responsório breve Senhor, em vossas mãos...
g. Cântico de Simeão, com sua antífona
h. Conclusão da Hora e do dia:
Kyrie, eleison... (Senhor, tende piedade...), ou breve litania, como nas Horas Menores;
Oremos, (silêncio), oração conclusiva da Hora;
Bênção: Que o Senhor nos conceda...;
Antífona: Salve Regina.
ESQUEMA DE DISTRIBUIÇÃO DOS SALMOS
(Cf. NORMAS GERAIS, No 10)
Segundo a Regra de São Bento
Os salmos das Vigílias podem distribuir-se em duas semanas para serem cantados mais pausadamente. Para os que desejarem manter Prima, os salmos dessa Hora podem distribuir-se assim:
A. ENTRE OS SALMOS DAS VIGÍLIAS, ESPECIALMENTE NAS DO DOMINGO, (SEGUNDO A ANTIGA TRADIÇÃO
DO SEGUINTE MODO:
|
Domingo 1ª semana |
Dom. 2ª sem. |
Segunda-f. |
Terça-f. |
Quarta-f. |
Quinta-f. |
Sexta-f. |
Sábado |
|
Noct. I 3 + 94 1 e 2 6 e 7 9 |
|||||||
|
Noct. II 13 e 14 15 e 16 17 |
|||||||
|
Noct III/118/1-4 |
B. ENTRE OS SALMOS DAS HORAS MENORES,
DO SEGUINTE MODO:
|
Domingo |
Segunda-f. |
Terça-f. |
Quarta-f. |
Quinta-f. |
Sexta-f. |
Sábado |
|
|
Tércia |
118/1-4 |
118/11-13 |
118/20-22 |
8 9/2-13 |
14 15 |
17/2-16 |
119 120 121 |
|
Sexta |
118/5-7 |
118/14-16 |
1 2 6 |
9/14-39 |
16 |
17/17-31 |
122 123 124 |
|
Nona |
118/8-10 |
118/17-19 |
7 |
10 11 12 |
18 19 |
17/32-51 |
125 126 127 |
Outros esquemas
DISTRIBUIÇÃO NUMÉRICA PARA DUAS SEMANAS,
COM REPETIÇÃO DE ALGUNS SALMOS
ESQUEMA "A"
|
Domingo |
Segunda-f. |
Terça-f. |
Quarta-f. |
Quinta-f. |
Sexta-f. |
Sábado |
|||||||||||||||||
|
Semana |
1ª |
2ª |
1ª |
2ª |
1ª |
2ª |
1ª |
2ª |
1ª |
2ª |
1ª |
2ª |
1ª |
2ª |
|||||||||
|
3 + 94 |
133 |
133 |
133 |
133 |
133 |
133 |
|||||||||||||||||
|
20 21 22 23 26 27 28 29 |
1 7 9 11 16 18 19 25 |
2 8 10 12 14 15 17 24 |
30 32 33 34 38 40 |
36
39 43 44 45 46 |
47 48 49 51 52 54 55 57 |
58 59 60 61 65 67 70 |
68 73 71 74 76 78 79 |
72 83
77
|
80 82 88 84 85 93 95 96 |
81 86 92 97 98 99 102 |
100 103
106
108 |
102 104
105
|
|||||||||||
|
66 62 117 Cant* 148/149/150 |
116 50 5 : 35Ct1 : Ct2148 |
116 6 41/2 : 56Ct1 : Ct2149/150 |
116 50 64 : 63 Ct1 : Ct2148 |
116 31 87 : 89 Ct1 : Ct2 149/150 |
116 50 53 : 75 Ct1 : Ct2148 |
116 37 91 : 142 Ct1 : Ct2 149/150 |
|||||||||||||||||
|
* Ct 1 = Os cânticos que se cantavam no inverno no Breviário CistercienseCt 2 = Os cânticos que se cantavam no verão no Breviário Cisterciense |
|||||||||||||||||||||||
|
109 110 112 |
111 113 |
114 115 128 |
129 130 131 |
129 131 132 |
135 136 137 |
134 136 137 |
138 140 |
138 139 |
141 144 |
141 143 |
145 146 147 |
||||||||||||
|
Cántico del N.T. como en la Liturgia de las Horas romana |
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|
Tércia |
118/ 1-4 |
118/ 12/15 |
119 120 toda a semana 121 |
||||||||||||||||||||
|
Sexta |
118/ 5-7 |
118/ 16/18 |
122 123 toda a semana 124 |
||||||||||||||||||||
|
Nona |
118/ 8-11 |
118/ 19/20 |
125 126 toda a semana 127 |
||||||||||||||||||||
|
4 90 |
90 |
90 |
90 |
90 |
90 |
90 |
|||||||||||||||||
|
Cântico de Simeão |
|||||||||||||||||||||||
DISTRIBUIÇÃO TEMÁTICA PARA DUAS SEMANAS
COM RECEPÇÃO DE ALGUNS SALMOS
ESQUEMA "B"
|
Domingo |
Segunda-f. |
Terça-f. |
Quarta-f. |
Quinta-f. |
Sexta-f. |
Sábado |
|||||||||||||||
|
Semana |
1ª |
2ª |
1ª |
2ª |
1ª |
2ª |
1ª |
2ª |
1ª |
2ª |
1ª |
2ª |
1ª |
2ª |
|||||||
|
94 |
133 |
133 |
133 |
133 |
133 |
133 |
|||||||||||||||
|
17
24 26 27 |
28 29 30 33 65 |
13 34 53 14 105 |
36 51 10 104 |
43 61 76 138 |
55 69 70 74 81 93 |
77
11 41 42 |
106 60 73 80 |
57 58 59 9 143 |
25 48 78 82 141 144 |
3 7 15 88 |
12 16 54 108 139 |
1 71 79 84 86 102 |
8 18 44 45 47 84 |
||||||||
|
66 50 117 |
116 49 : 1025 : 35 |
116 72 : 3883 : 56 |
116 101 : 8563 : 64 |
116 100 : 3187 : 89 |
116 6 : 6275 : 91 |
116 37 : 39 142 |
|||||||||||||||
|
Cântico do A.T. (como no antigo breviário cisterciense), ou leitura bíblica |
|||||||||||||||||||||
|
150 |
110 : 115 |
111 : 145 |
112 : 146 | 113a : 147 |
113b : 148 |
114 : 149 | |||||||||||||||
|
*Nas solenidades e festas, em Laudes, tomam-se os salmos 66, 62, 144, Cânt., 150 |
|||||||||||||||||||||
|
109 2 |
18 47 |
19 20 |
67 |
103 |
145 134 |
135 143 |
136 140 |
32 40 |
21 |
68 |
44 137 |
22 71 |
|||||||||
|
Cântico do N.T. na Liturgia das Horas romana ou leitura do N.T. |
|||||||||||||||||||||
|
46 |
95 |
96 |
97 |
98 |
92 |
99 |
23 |
||||||||||||||
|
Tércia |
118/ 1-4 |
118/ 12/15 |
119 120 toda a semana 121 |
||||||||||||||||||
|
Sexta |
118/ 5-7 |
118/ 16/18 |
122 123 124 |
128 129 130 |
122 123 124 |
128 129 130 |
122 123 124 |
128 129 130 |
|||||||||||||
|
Nona |
118/ 8-11 |
118/ 19/22 127 |
125 126 |
131 132 127 |
125 126 |
131 132 127 |
125 126 |
131 132 |
|||||||||||||
|
Completas |
4 + 90 + Cânt. |
||||||||||||||||||||
DISTRIBUIÇÃO TEMÁTICA PARA UMA SEMANA
SEM REPETIR NENHUM SALMO
ESQUEMA "C"
|
Domingo |
Segunda-f. |
Terça-f. |
Quarta-f. |
Quinta-f. |
Sexta-f. |
Sábado |
|
|
Vigílias |
[invt.] 94 2 20 29 44 71 75 |
97 1 106 111 48 104 70 |
45 3 17 10 73 105 43 |
46 11 9 93 81 88 82 |
80 38 36 40 49 67 65 |
66 12 21 25 87 68 58 |
95 8 103 102 76 77 |
|
Laudes |
50 117 62 Cânt. 116 |
6 5 35 Cânt. A.T 145 |
101 42 56 Cânt. A.T 146 |
37 63 64 Cânt. A.T 147 |
31 99 89 Cânt. A.T 148 |
129 85 107 Cânt. A.T 149 |
142 91 100 Cânt. A.T 150 |
|
Vésperas |
109 110 113A 114-115 |
113B 28 96 137 |
131 134 47 86 |
32 135 98 112 |
39 61 7 128 |
136 138 141 27 |
143 144 |
|
Tércia |
118/1-4 |
118/5-7 |
118/8-10 |
118/11-13 |
118/14-16 |
118/17-19 |
118/20-22 |
|
Sexta |
18 23 |
13 72 |
84 41 |
78 79 |
69 33 |
108 |
59 19 74 |
|
Nona |
22 83 92 |
119 120 121 |
122 123 124 |
125 126 127 |
54 |
34 |
57 51 52 |
|
4 90 133 |
24 130 132 |
60 26 |
138 |
53 140 55 |
30 |
14 15 |
|
|
Cântico de Simeão |
|||||||
INSTRUÇÃO GERAL
SOBRE A LITURGIA DAS HORAS
PARA OS MOSTEIROS
DA ORDEM CISTERCIENSE
Prot. 2181/74, 27 de novembro de 1974
PRINCÍPIOS TEOLÓGICOS
1. Não se expõe aqui a doutrina completa acerca da Liturgia das Horas, mas somente se faz menção àqueles princípios que requerem uma ulterior elaboração e uma aplicação concreta, de tal forma que a liturgia se adapte às condições dos mosteiros da Ordem Cisterciense.
2. Os princípios teológicos para regular a Liturgia das Horas são tomados da Regra de São Bento, dos decretos dos Concílio Vaticano II, das Declarações do Capítulo Geral do ano de 1969 sobre os elementos principais da vida cisterciense hodierna, e da Instrução Geral Sobre a Liturgia das Horas, segundo o ritual romano.
3. A Liturgia das Horas tem como finalidade que, em união com a celebração da Eucaristia, santifique todo o dia e toda a atividade humana. Esta organização se faz, ordinariamente, segundo os preceitos da Regra de S. Bento, que durante séculos alimentaram e ainda hoje podem alimentar a vida de oração dos monges, não obstante façam-se adaptações onde as circunstâncias de nosso tempo e das diversas regiões as peçam.
4. As comunidades monásticas representam de um modo peculiar a Igreja em oração: com efeito, oferecem de um modo mais perfeito a imagem da Igreja que louva o Senhor sem interrupção, com voz concorde, e que cumprem o dever de "colaborar", de modo especial com a oração, para a "edificação e o progresso de todo o Corpo Místico de Cristo e no bem das Igrejas particulares" (IGSLH no 24).
5. A Igreja reconhece sua própria voz na Liturgia das Horas celebrada pelas comunidades monásticas, e vigia constantemente, mediante a autoridade hierárquica, para que conserve sempre a capacidade de expressar o mistério cristão, e ao mesmo tempo responda às exigências particulares de cada uma das comunidades.
6. Na organização do Ofício Divino, é conveniente que prestemos atenção "à unidade e à harmonia entre a liturgia e as outras faces da vida religiosa" (Declaração do Cap. Gen. O. Cist. sobre a Vida Cisterciense Hodierna, no 62). Portanto, em tudo aquilo que, segundo as normas acima indicadas, se estabelece em cada um dos mosteiros, levando em conta as circunstâncias próprias do lugar e da comunidade, como seleção dos textos, da língua a utilizar, da distribuição dos salmos a empregar, e outras coisas a serem usadas segundo a oportunidade, há que se pretender, acima de tudo, que "a estrutura e as formas da liturgia possam alimentar e vivificar a vida diária" (Cf. Ib.) e que a mente concorde mais facilmente com a nossa voz (Cf. Regra de São Bento, c. 19).
NORMAS GERAIS PARA A
CELEBRAÇÃO DO OFÍCIO DIVINO
7. A liturgia das horas na Ordem Cisterciense se realiza segundo as Horas transmitidas pela Regra de São Bento. Não Obstante, a Hora Prima pode ser omitida. As Horas menores e Completas também podem celebrar-se fora do coro; sem dúvida, sejam celebradas na comunidade. Por uma justa causa, pode eleger-se uma das Horas Menores para a celebração em comum, e procurando que seja a que melhor responda ao momento do dia em que esta hora se celebra; apesar disso as demais Horas Menores que não forem celebradas em comum devem ser recitadas privadamente.
8. Cada uma das Horas do Ofício constam de Hino, Salmodia, Leitura das Sagradas Escrituras e Preces.
9. Na celebração que se realiza em língua vernácula, os elementos do Ofício podem adaptar-se à peculiaridade da língua e à índole de cada comunidade.
10. As Laudes, como oração matutina, e as Vésperas, como oração vespertina, de acordo com a venerável tradição de toda a Igreja, são o duplo eixo sobre o qual gira o Ofício de cada dia, e como tal devem ser consideradas e celebradas.
11. A juízo do Abade com seu Conselho, pode-se guardar um espaço de silêncio meditativo, seja depois das leituras, seja depois dos salmos. Se se faz depois das leituras, pode ser antes ou depois do responsório, mas também pode ocupar o lugar do responsório.
12. A distribuição dos salmos pode ser feita segundo os esquemas propostos acima, acrescentadas as adaptações segundo as exigências dos lugares.
13. Cada um dos salmos ou de suas divisões geralmente devem vir acompanhados de sua antífona ou recitados de forma que se ressalte melhor o seu gênero literário.
14. Se parece oportuno, observe-se de forma estável o curso bienal das leituras bíblicas para a Liturgia das Horas do Rito Romano, além do suplemento da leitura dos Padres e escritores eclesiásticos preparado para o uso dos mosteiros. Afora isso, com o consentimento da comunidade, o Abade pode eleger outros textos, observando as normas promulgadas pela Santa Sé.
15. Quanto à maneira de unir, se se crê oportuno, as Horas do Ofício com a Missa, ou as Horas entre si, valem as disposições que se encontram mais adiante no Apêndice.
EXEMPLO DO ORDINÁRIO
DA LITURGIA DAS HORAS
PARA A ORDEM CISTERCIENSE
Nota prévia: Está salvaguardado o direito daqueles que celebram o ofício segundo as normas estabelecidas na Regra de S. Bento (Capítulos 8-18).
INTRODUÇÃO DO OFÍCIO
(Esta Introdução se faz na primeira hora do dia)
a. Introdução à Hora:
V/ Abri os meus lábios, ó Senhor.
R/ E minha boca anunciará vosso louvor. Glória ao Pai.
b. Invitatório: Salmo 94 ou outro, segundo o esquema que se empregue
VIGÍLIAS
a. Introdução à Hora (a não ser que seja a primeira Hora):
V/ Vinde, ó Deus, em meu auxílio.
R/ Socorrei-me, sem demora. Glória ao Pai
b. Hino correspondente
c. Salmodia
d. Versículo com sua resposta
e. Leitura da Sagrada Escritura com seu responsório
f. Salmodia
g. Versículo com sua resposta
h. Leitura de autores eclesiásticos com seu responsório
i. Nos Domingos, Solenidades ou festas, usa-se um dos seguintes esquemas:
Assim:
Depois da segunda parte da salmodia (como em "f"), lê-se o Evangelho do Domingo, da Solenidade ou festa, ou da Ressurreição, como figura na Liturgia das Horas, segundo o Rito Romano. Se se considera oportuno, pode tomar-se o Evangelho de outro ciclo anual;
Depois segue a Homilia, que se toma do lecionário, ou é feita pelo abade ou outro sacerdote;
Hino Te Deum.
Ou assim:
Depois da leitura tomada dos escritores eclesiásticos (como em "h"), um ou três cânticos
Versículo com sua resposta;
Evangelho escolhido conforme o que se disse acima;
Hino Te Decet Laus;
Homilia conforme o que se disse acima;
Hino Te Deum.
j. Conclusão do Ofício:
Nas memórias e festas:
Kyrie, eleison... (Senhor, tende piedade...), ou uma breve litania, a saber, pelos Irmãos ausentes, pelos defuntos e outros;
Oremos (silêncio);
Oração conclusiva;
V/ Bendigamos ao Senhor. R/ Graças a Deus.
LAUDES
a. Introdução à Hora, como em Vigílias
b. Hino correspondente
c. Salmodia
d. Leitura da Sagrada Escritura mais longa ou mais breve, com responsório breve
e. Cântico evangélico com antífona
f. Conclusão do Ofício:
Preces ou litanias semelhantes às que se encontram na Liturgia das Horas do Rito Romano.
Pai-Nosso
Oração conclusiva (sem Oremos), seja do dia, da Hora, ou do Santo.
V/ Bendigamos ao Senhor. R/ Graças a Deus.
HORAS MENORES
a. Introdução à Hora, como em Vigílias
b. Hino da Hora
c. Salmodia
d. Leitura breve da Sagrada Escritura
e. Versículo com sua resposta
f. Conclusão do ofício: como em Vigílias feriais.
VÉSPERAS
Como em Laudes
COMPLETAS
a. Introdução à Hora, como em Vigílias
b. Se se crê oportuno, faz-se o exame de consciência, que pode ser feito em silêncio, ou com a fórmula penitencial do Missal.
c. Hino da Hora
d. Salmodia
e. Leitura breve da Sagrada Escritura
f. Versículo com sua resposta, ou responsório breve (Senhor, em vossas mãos...)
g. Se se crê oportuno, o cântico de Simeão com sua antífona
h. Conclusão da Hora e do dia:
Kyrie, eleison... (Senhor, tende piedade...), ou uma breve litania, como nas Horas Menores;
Oremos (silêncio);
Oração conclusiva da Hora
Bênção: Benedicat et custodiat..., ou O Senhor nos conceda uma noite tranqüila...
Salve Regina
ESQUEMAS DE DISTRIBUIÇÃO DOS SALMOS
SEGUNDO A REGRA DE SÃO BENTO COM PRIMA,
SEGUNDO A REGRA DE SÃO BENTO SEM PRIMA,
SEGUNDO ALGUMA DAS NOVAS DISTRIBUIÇÕES
DOS SALMOS
Esquema I: O Saltério inteiro distribuído em uma semana;
Esquema II: O Saltério distribuído em duas semanas segundo a ordem numérica;
Esquema III: O Saltério distribuído em duas semanas, sem seguir a ordem numérica;
Esquema IV: O Saltério da Liturgia das Horas, segundo o Rito Romano, adaptado ao curso monástico de duas semanas.
Nota: Permanece salvaguardado o direito dos que legitimamente possam seguir outra distribuição.
Nota para sua aplicação (Acta Curiæ Generalis Ordinis Cisterciensis. Commentarium officiale, nova series, no 23, dia 30 de novembro de 1974):
Ao esquema I pertencem:
A distribuição "C" O.C.S.O.
A distribuição dos Salmos proposta pelo Pe. Füglister:
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Dom. |
Segunda-f. |
Terça-f. |
Quarta-f. |
Quinta-f. |
Sexta-f. |
Sábado |
|
|
94 |
28 |
66 |
45 |
23 |
8 |
80 |
|
|
109 17 2 44 9 71 |
1 103 70 93 104 111 |
6 106 7 73 72 76 |
77a 77b 131 18 57 48 81 |
38 36 40 49 67 82 |
87 68 37 59 105 78 |
58 108 55 136 88 79 |
|
|
3Cant. AT |
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Laudes |
92 3 29 Ct AT 2 à escolhar 146 147 |
99 62 100 Ct AT 134 |
97 89 64 Ct AT 116 |
96 35 56 Ct AT 149 |
46 75 5 Ct AT 148 |
95 50 63 Ct AT 145 |
98 142 91 Ct AT 150 |
|
Tércia |
118 j-iv |
118 v-vij |
118 viij-x |
118 xj-xiij |
118 xiv-xvj |
118 xvij-xix |
118 xx-xxij |
|
Sexta |
117 a-b-c
|
24 a-b-c |
41a-b 42 |
43 a-b-c |
54 a-b-c |
21 a-b-c |
34 a-b-c |
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Nona |
135 a-b-c
|
119-120-121 |
122-123-124 |
125-126-127 |
128-129-130 |
10-11-12 |
51-13-53 |
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Vésperas
como LH |
112 113a 113b 114-115 Ct. Ap.19 |
32 60 27 47 Ct. Ef.1 |
74 139 25 144 Ct. Ap.4 |
102 85 84 86 Ct. Cl.1 |
110 22 83 39 Ct. Ap.11 |
143 140 141 26 Ct. Ap.15 |
65 19 20 137 Ct. Fl.2 |
|
Completas |
4-90-133 |
33 a-b-c |
138 a-b-c |
31-61-132 |
101 a-b-c |
30 a-b-c |
14-16-15 |
Ao esquema II pertencem:
A distribuição "B" O.C.S.O.
A distribuição do Abade Heufelder
Ao esquema III pertencem:
A distribuição "A" O.C.S.O.
A distribuição do Pe. Notker Füglister, se os salmos de Vigílias se distribuírem em duas semanas (como pode ser feito v.g. no Breviário de Münsterschwarzach):
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Dom. |
Segunda-f. |
Terça-f. |
Quarta-f. |
Quinta-f. |
Sexta-f. |
Sábado |
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1a |
2a |
1a |
2a |
1a |
2a |
1a |
2a |
1a |
2a |
1a |
2a |
1a |
2a |
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94 |
28 |
66 |
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